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  VERDADEIRA FUNÇÃO DA LEI

VERDADEIRA FUNÇÃO DA LEI

Há uma necessidade imperiosa de se separar nitidamente a lei do evangelho para manter a doutrina Cristã sadia e livre do legalismo.

LEITURA: Gl 3.15-29 – O apóstolo Paulo continua com seu argumento contra os falsos mestres legalistas. Duas perguntas precisam ser respondidas: Qual a função da lei; e qual a relação entre o pacto da Graça de Deus e a lei? Hoje vamos responder a estas perguntas.

I- A LEI NÃO ANULA A PROMESSA

a) Aliança e testamento são palavras que estão muito ligadas.

A idéia primária de “pacto”, num termo bíblico teológico, é uma aliança entre Deus e o homem. O Apóstolo lembra que todo mundo honra o testamento feito pelo mais simples dos homens. Jamais ousaria alguém anular, acrescentar ou modificá-lo. Se o testamento, ou mesmo uma aliança humana ninguém pode mudar, quanto mais no plano divino? Deus jamais deixaria de honrar este testamento e jamais permitiria alguém acrescentar o legalismo a essa promessa.

b) Porque a lei não pode anular a promessa?

No versículo 17, Paulo justifica porque a lei não pode legalmente anular a promessa. Acrescentar, pois, algo ao testamento, seria o mesmo que anulá-lo. Deus fez a promessa a Abraão 430 anos antes de Moisés promulgar a lei, isto é, o testamento foi confirmado antes da lei. Como o testamento não pode ser mudado, acrescentar a lei a promessa significaria que Deus não respeitou sua própria palavra. O princípio legal, usado por Paulo, sobre o testamento está muito claro. Onde há testamento é necessário que intervenha a morte do testador (Hb 9.16 e 17) – A morte de Jesus ratificou (confirmou) esse testamento.

II- O PROPÓSITO DA LEI

a) A lei veio por causa das transgressões.

A maneira errônea dos legalistas opositores de Paulo o interpretarem fez com que o apóstolo fosse perseguido durante toda a vida, acusado de pregar contra a lei (At 21.28) – A lei teve sua utilidade, ela veio por causa das transgressões (v.19).

Encontramos estas respostas com mais detalhes em Romanos 3.20. “Pela lei vem o conhecimento do pecado”. Em Rm 4.15 – “Se não há lei, não pode haver pecado”. Assim a lei definiu o pecado.

 

b) A lei é um pacto entre Deus e Israel.

A aliança da lei é bilateral, isto é, envolve pelo menos duas partes, além do mediador (Moisés). Aqui estas partes são Deus e o seu povo.

Porém a aliança da Graça (cujo mediador é Jesus Cristo); é unilateral – com relação à salvação – baseada na promessa, depende exclusivamente de quem a faz; porém com relação ao “reinar em vida”, ela é bilateral, temos que fazer a nossa parte.

Na lei você precisa cumprir um contrato; envolve duas partes – na promessa, você precisa apenas da fé em Jesus, conforme o evangelho, pois o cumprimento depende exclusivamente de Deus. A lei não veio como solução final, mas para conscientizar os homens da necessidade da Graça de Deus; de algo que transcendesse a própria lei, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos cristãos.

III- A LEI E A PROMESSA

O tutor, era um escravo de confiança da família, no mundo greco-romano, encarregado de tomar conta do menino entre 6 e 16 anos, principalmente levá-lo para a escola e trazê-lo de volta para a casa, supervisionando sua conduta. Não era mestre, mas o guia e guardião que disciplinava o menino. Assim também a lei exercia apenas um papel disciplinador, servindo de guia, para conduzir o povo a Cristo. Isto mostra a função inferior dela em relação ao evangelho, e que a sua função terminou com a vinda de Cristo (v.25). Agora somos livres, dependentes unicamente da Graça de Deus.

CONCLUSÃO: Para os judeus as leis que se encontram no Pentateuco são nobres, dignas e eternas; para Paulo elas eram limitadas, além disso, deram origem ao pecado e foram ab-rogadas, quando, um dia, Cristo apareceu. É, pois, pela Graça que temos gozo, paz, alegria e somos adotados como filhos. A lei nada pode fazer neste sentido. As promessas da bíblia são fiéis e suas declarações são verdadeiras e se confirmam na vida prática daquele que crê! Você é um abençoado!




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